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<EDIÇÃO 197>


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Cuidando da matéria-prima

 A Montana Química pesquisa, desenvolve e fabrica produtos para proteger e embelezar madeiras. O próprio negócio da empresa possui foco na responsabilidade socioambiental, uma vez que as soluções desenvolvidas têm a função de prolongar a vida da madeira. A Divisão Osmose da empresa, que desenvolve tratamento industrial do produto, é baseada nesse princípio. Esse tratamento é destinado, principalmente, a madeiras de ciclo curto, cultivadas em florestas, como pinus e eucalipto. Ou seja, o tratamento prolonga a vida e dispensa o corte de madeiras nobres. Além disso, a preocupação com a saúde ocupacional é muito forte em produtos da divisão que fabrica acabamentos para a indústria moveleira. Recentemente, a Montana recebeu o direito de estampar em seus catalisadores o selo Woodcover, fornecido pela Bayer, empresas que têm como regra a busca pela qualidade e de respeito ambiental. A Montana foi a primeira na América Latina a receber o selo. A Montana possui uma trajetória firmada na ética e no desenvolvimento sustentado. Recentemente, em 2002, se associou ao Instituto Ethos de Responsabilidade Social Empresarial e, desde então, busca entender a verdadeira causa que o instituto defende. E foi baseado nos fundamentos aprendidos com o Instituto que a empresa vem desenvolvendo ações internas que abrangem qualidade de vida, saúde ocupacional e melhoria na formação profissional dos colaboradores. Em 2006, foi dada continuidade a uma série de atividades internas, como a formação dos filhos de funcionários, que ingressam no mercado de trabalho. Redução de “pegadas ambientais” A Amanco busca reduzir seu impacto ambiental controlando o consumo de água e energia, assim como a geração de resíduos para sua disposição final. As operações da empresa possuem sistemas fechados, que permitem a reutilização permanente da água em suas instalações industriais. Ainda assim, desde 2005, a empresa monitora duas vezes ao ano a qualidade das águas em todas as operações, como uma forma de controle dos processos. A partir de 2005, além da medição do consumo do processo, a Amanco ampliou a medição do consumo de água nas áreas administrativa e de serviços gerais no interior das instalações. O passo seguinte foi incluir oficinas administrativas fora das instalações e armazéns ou centros de distribuição próprios. Em 2006, a empresa incluiu o monitoramento corporativo ao controle da medição da qualidade das águas residuais domésticas (água de serviços). O consumo de energia do processo no período 2004– 2005 apresentou aumento de 25,6 Gwh – ou 10% – em relação ao período 2002–2003. Este maior consumo de energia deriva do aumento do volume de produção, da abertura de novas instalações e do lançamento de novos produtos. No fim de 2005 foi criado um grupo de trabalho para avaliar o uso de fontes alternativas de energia. A partir de 2006, foram estabelecidos programas de melhoria da efici-ência energética nas fábricas. Durante o ano de 2005, além da medição do consumo de energia nos processos, foi iniciado seu controle na parte administrativa e de serviços gerais dentro das fábricas da empresa. Na Amanco Tubosistemas, com exceção dos geradores de emergência e dos veículos, 100% da energia utilizada é elétrica, cujas fontes de geração são hidráulica (80%), térmicas (16%) e biomassa (4%). Essa situação é favorável, já que a principal fonte de abastecimento é a energia hidráulica, considerada a de menor impacto ambiental, por não consumir combustíveis fósseis e gerar um mínimo de emissões. A empresa mantém o programa de gestão de resíduos para disposição final nas instalações industriais, incluindo as áreas administrativas, o que permitiu uma melhor seleção dos materiais recicláveis. Localizada no complexo industrial de Suape, em Pernambuco, a fábrica da Amanco foi projetada a partir de modernos conceitos de sustentabilidade, ecoeficiência e ecoprojeto. Destaque para a utilização de fontes alternativas de energia, como a biomassa, fornecida por uma fazenda produtora de açúcar, que gera e vende energia elétrica obtida pela combustão de resíduos da cana de açúcar. Suape possui um sistema compacto e integrado de tratamento de efluentes sanitários que permite sua reutilização para regar jardins, lavar pisos e equipamentos, cisternas e vasos e, posteriormente, no processo industrial como água de refrigeração. Inclusão de jovens e de PNEs Ser uma empresa socialmente responsável foi mais um desafio para a Lorenzetti, fundada há 83 anos. “Escolhemos o Instituto Dom Bosco porque procurávamos uma entidade que tivesse conotação de trabalho para inclusão de jovens carentes”, explica Valéria Silva, gerente de RH da Lorenzetti. A unidade do instituto, localizada no bairro do Bom Retiro, na capital paulista, forma jovens e adolescentes para o mercado de trabalho. Hoje são mais de mil pessoas que recebem o auxílio da entidade. A Lorenzetti participa ativamente do projeto com parceria nas Casas de Abrigo para as crianças que não atingiram a maioridade e patrocinou a criação de duas Repúblicas para Jovens, destinadas a adolescentes com mais de 18 anos, que devem estar empregados para continuar na instituição. O Instituto Dom Bosco também mantém na Vila Paulistana um centro educacional de formação para jovens carentes. Neste momento, a Lorenzetti mantém financeiramente profissionais que ministram gratuitamente o curso de elétrica. “Em 2006 contratamos 30 profissionais vindos dos cursos do Instituto Dom Bosco. Isso é muito gratificante, pois essas pessoas foram pré-selecionadas pelo Instituto e depois se mostraram capazes para assumir atividades aqui na Lorenzetti”, destaca Valéria Silva. Em 2006, a Lorenzetti iniciou mais uma parceria de responsabilidade social. Dessa vez, com o foco em jovens com necessidades especiais. O objetivo desse projeto piloto é oferecer oportunidade de trabalho e integração social para tais jovens, com a ajuda e a experiência da OAT, Oficina Abrigada de Trabalho. Os técnicos da entidade percorrem toda a empresa em busca de postos de trabalho e oportunidades para os jovens. “Já temos seis deficientes, indicados pela OAT, trabalhando conosco na fábrica. Todos passaram pelo mesmo processo de seleção que qualquer outro profissional, e hoje, com aproximadamente um mês na casa, eles já atingiram a produção ideal de um trabalhador sem nenhuma deficiência”, conta Valéria. Os profissionais vindos da entidade continuam sob a supervisão da Oficina e, dentro da Lorenzetti, recebem um “padrinho”, que é um trabalhador mais experiente da empresa que se oferece para ser uma espécie de porta-voz do novo colega de profissão. Base no equilíbrio A base de sustentação da Renner Sayerlack se dá por meio do equilíbrio entre as questões econômicas, sociais e ambientais. As questões ambientais e sociais fazem parte do planejamento estratégico da empresa. Todos os efluentes industriais gerados são submetidos à avaliação química e de toxicidade e, posteriormente, descartados. Os padrões estabelecidos estão em conformidade com o órgão de controle ambiental, a Fepam. Em todos os processos, a empresa procura reduzir o impacto ambiental. Por isso, desenvolve projetos e treinamentos que atentam para esta questão. O objetivo é diminuir ao máximo esse impacto na comunidade, ano após ano, reduzindo a geração de resíduos. Ainda como ações praticadas e voltadas ao meio ambiente, em Cajamar (SP), a empresa tem compostagem, que consiste no armazenamento de sobras de alimentos, poda e folhas secas das árvores etc., que são colocadas na composteira. Após três meses, esses materiais se decompõem, transformando-se em adubo que é amplamente utilizado nos jardins e vasos da empresa. Já na época das podas, todas as mudas são encaminhadas para o viveiro para que depois possam ser utilizadas na composição de jardins e vasos. Quanto à responsabilidade social, a forma que a Renner Sayerlack encontrou de exercê-la foi apoiando projetos nas comunidades em que está inserida. Entre os muitos em que atua, destaque para o Projeto Formar, que tem como objetivo mostrar que os jovens, inclusive os mais desfavorecidos social-cultural-economicamente, são protagonistas da mudança. Ele propõe capacitar jovens e prepará-los para o mundo do trabalho. O habitat humano como negócio O habitat humano é o próprio negócio da Tigre, pois tão importante quanto a qualidade da casa é a qualidade do seu entorno. Com a missão de promover o desenvolvimento sustentável do habitat humano, a Tigre S/A destaca-se pelos seus processos de produção e pela fabricação de produtos que visam contribuir para a melhoria da qualidade de vida, através de soluções sustentáveis. Em 1998, através da ONG Água e Cidade, a Tigre desenvolveu uma série de ações revelando seu compromisso com a questão do saneamento básico para o Brasil. Na época, todos os candidatos a prefeito dos 5.600 municípios brasileiros receberam cópia de uma cartilha alertando para a importância do saneamento e a prioridade do assunto em qualquer plano de governo. O braço social da empresa é o Instituto Carlos Roberto Hansen (ICRH), que tem por objetivo a formação do cidadão do futuro, focando o desenvolvimento de Crianças e Adolescentes e concentrando seus esforços na mobilização de recursos para investimentos em Educação e Cultura e também na promoção da Saúde, com ações orientadas para melhoria sanitária e de saneamento básico. “O Instituto Carlos Roberto Hansen resume e reúne a postura de um grupo empresarial que colocou em primeiro lugar as pessoas e que sempre valorizou a sua comunidade. Na Tigre sempre foi assim, só faltava dar um nome. E o nome de Carlos Roberto Hansen, com sua força e história, ajuda a fazermos um trabalho ainda melhor”, destaca o presidente da Tigre, Amaury Olsen. Nesses três anos de atuação, o ICRH já beneficiou 83 mil crianças e adolescentes, num investimento superior a R$ 3,5 milhões.
Publicado em 11 de janeiro de 2007 por Equipe ConstrucaoTotal
 
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