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<EDIÇÃO 197>


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Item de primeira necessidade

A alta demanda por produtos inovadores movimenta o setor de segurança eletrônica. A situação de violência dos grandes centros urbanos faz com que a segurança residencial seja item prioritário no orçamento
US$ 900 milhões. Esse foi o faturamento do mercado de segurança eletrônica em 2005. Ainda não existem estatísticas oficiais do setor de segurança em 2006. Mas, estimativas da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese) estimam movimento de US$ 1 bilhão para 2006, acumulando crescimento de cerca de 14%. O crescimento médio de 12% ao ano do setor, nos últimos cinco anos, só vem comprovar o potencial do segmento. Os dados apurados pela Abese são globais, referentes à comercialização desde serviços mais sofisticados de segurança, com monitoramento 24 horas, até porteiros e videoporteiros, encontrados em lojas de material para construção. Os consumidores com maior poder aquisitivo não poupam na hora da compra de equipamentos eletrônicos de segurança residencial. A escolha por videoporteiros com uma infinidade de funções é a mais comum. E mesmo nos bairros mais populares, os produtos fazem sucesso, dando lugar aos porteiros eletrônicos, aparelhos mais simples, mas que oferecem bom nível de segurança aos moradores. Todo imóvel comercial ou residencial tem potencial para instalação de sistemas eletrônicos. A falta de dados é a principal dificuldade do mercado. No entanto, a Abese estima que, no Brasil, cerca de 3 milhões de imóveis são equipados por algum tipo de sistema de segurança, como portões eletrônicos, alarmes, câmeras, sistemas de monitoramento remoto, controles de acesso, cercas elétricas e eletrônicas. São Paulo concentra 48% das empresas de segurança eletrônica do Brasil, que são hoje 7 mil no total. Esses dados são aceitos pela maior parte do mercado. Os números da Abese mostram que o setor é uma promessa de bons negócios para as revendas que investirem em uma seção bem cuidada, com oferta variada de marcas e modelos. O atendimento na hora da compra pode ser decisivo, uma vez que estamos falando de produtos técnicos. Segundo a Abese, as revendas ainda precisam aprender a explorar o potencial do setor. Não existem dados oficiais sobre a representatividade das revendas de materiais de construção no escoamento da produção do segmento, no entanto, a associação afirma que a participação do nosso canal no setor de segurança eletrônica é, ainda, inexpressiva. Reginaldo Arcangelo Zagui, proprietário da revenda Liceia Soares da Costa Zagui, de 600 m2, em Limeira (SP), conta que a venda de porteiros eletrônicos da loja é muito pequena e ainda não representa números expressivos. “Mas vendo em média oito aparelhos por mês, até porque há pouquíssimo tempo este item faz parte do nosso mix de produtos.” Reginaldo mantém os produtos expostos em quatro gancheiras e dispõe um pequeno espaço na vitrine da loja. Se um aspecto merece atenção na comercialização de equipamentos de segurança, este é a exposição dos porteiros e videoporteiros. Não há segredo: mantenha os aparelhos funcionando e à disposição da curiosidade dos consumidores e você sentirá a diferença nas vendas. O apelo de apertar botões e se ver nas câmeras é irresistível e, às vezes, o que falta para o cliente se decidir e colocar o produto no carrinho. Fica aqui a dica para o senhor Reginaldo e para você, amigo revendedor, que quer lucrar com esse segmento de mercado.
Conheça a Abese
A entidade, que une fabricantes, distribuidores, revendedores, instaladores, entre outros prestadores de serviços na área de segurança eletrônica, foi fundada por um grupo de empresários brasileiros do setor em novembro de 1995. Os objetivos da Abese são de fortalecer o setor de sistemas eletrônicos de segurança em todos os segmentos e prestar serviços às associadas, através de benefícios que abrangem o fomento de negócios com o mercado e o desenvolvimento comercial, administrativo e técnico das empresas, antecipando suas necessidades individuais e qualificando sua empresa junto ao cliente final. A entidade desenvolve várias ações e projetos, entre eles cursos de capacitação, ministrados no CCPA, Centro de Capacitação Profissional Abese, o Selo de Qualidade Abese, que conta com a parceria da Fundação Vanzolini para a auditoria e certificação, e os projetos Viva com Segurança e Educação Corporativa.
Informação que vende Produtos com muitos recursos técnicos (normalmente, o maior argumento de venda), porteiros, videoporteiros e câmeras de segurança necessitam ser vendidos e instalados por profissionais capacitados. Grande parte dos fabricantes de equipamentos eletrônicos de segurança oferece cursos e palestras técnicas para vendedores, balconistas e instaladores, para melhorar o atendimento ao consumidor e combater um problema que pode ter conseqüências perigosas à produtividade: a mão-de-obra informal. Por acreditar que só treinamento não é suficiente para melhorar o setor, sendo necessária a capacitação dos profissionais envolvidos, a Abese criou o Centro de Capacitação Profissional (CCPA), um centro de conhecimento, que nasceu com o objetivo de trazer às suas associadas a oportunidade de participar de cursos e palestras oferecidos em parcerias com o Sebrae, Senai e outras empresas credenciadas. Os interessados podem visitar o site da associação: www.abese.org.br
Publicado em 11 de janeiro de 2007 por Equipe ConstrucaoTotal
 
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