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<EDIÇÃO 228>


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Eu tenho a FORÇA

O aço transporta, constrói, emprega, traz divisas para o país, impulsiona o desenvolvimento, fortalece a independência econômica e melhora a qualidade de vida
O aço constantemente se renova. Leve, fino, maleável, forte, resistente e durável. Para cada aplicação existe um tipo de aço. O aço é totalmente reciclável e ambientalmente amigável. No atual estágio de desenvolvimento da sociedade, é impossível imaginar o mundo sem o uso de ferro fundido e aço. A produção de aço é um forte indicador do estágio de desenvolvimento econômico de um país. Seu consumo cresce proporcionalmente à construção de edifícios, execução de obras públicas, instalação de meios de comunicação e produção de equipamentos. Esses materiais já se tornaram corriqueiros no cotidiano, mas fabricá-los exige técnica que deve ser renovada de forma cíclica, por isso o investimento constante das siderúrgicas em pesquisa. O início e o processo de aperfeiçoamento do uso do ferro representaram grandes desafios e conquistas para a humanidade. O dia do aço foi comemorado em 9 de abril, mas na construção civil está presente em todos os momentos. O parque siderúrgico brasileiro compõe-se, hoje, de 25 usinas, administradas por 11 empresas. A privatização trouxe ao setor expressivo afluxo de capitais, em composições acionárias de maior diversidade. Assim, muitas empresas produtoras passaram a integrar grupos industriais cujos interesses na siderurgia se desdobraram para atividades correlatas ou de apoio logístico, com o objetivo de alcançar economia de escala e competitividade. O parque produtor é relativamente novo e passa por um processo de atualização tecnológica. Está apto a entregar ao mercado qualquer tipo de produto siderúrgico, desde que sua produção se justifique economicamente. Bastante utilizado na construção civil, o aço pode estar presente como parte das obras ou como material principal. O sistema construtivo em aço permite liberdade no projeto de arquitetura, maior área útil, flexibilidade, compatibilidade com outros materiais, menor prazo de execução, racionalização de materiais e mão-de-obra, alívio de carga nas fundações, garantia de qualidade, maior organização nos canteiros de obras, precisão construtiva, além de ser 100% reciclável. Área social As siderúrgicas também se preocupam com meio ambiente e responsabilidade social. A Votorantim Metais, por exemplo, faz investimentos na área social que seguem as diretrizes do Instituto Votorantim, que estipulou como área prioritária a educação e, como público-alvo de suas ações, jovens com idade entre 12 e 25 anos. Criada em dezembro de 2002, a entidade busca disseminar o conceito de responsabilidade social e consolidar essa cultura no interior da organização. As iniciativas incluem a capacitação de professores e estudantes do ensino público, o acesso de crianças e adolescentes ao esporte, o estímulo de colaboradores à participação de ações voluntárias e a formação técnica e profissional. Os investimentos nessas ações estão sintonizados com o propósito da empresa de contribuir para o desenvolvimento das localidades onde realiza suas operações. Além disso, a Votorantim Metais investe continuamente em tecnologias e ações que garantam a preservação do meio ambiente e o bem-estar das comunidades das regiões em que atua. No Grupo Gerdau a preservação do meio ambiente sempre foi uma das preocupações. Para contribuir com a qualidade de vida das comunidades localizadas na área de influência da planta industrial foi criado e é preservado um cinturão verde de aproximadamente 1.700 hectares que assegura o adequado distanciamento das atividades operacionais em relação às áreas urbanas. Os investimentos em melhorias ambientais são constantes. A utilização ambiental como ferramenta de gestão e o desenvolvimento na comunidade de programas voltados à formação de uma consciência ambiental também se configuram como diretrizes da política ambiental da Gerdau Açominas. Bom momento Segundo Luiz André Rico Vicente, presidente do IBS - Instituto Brasileiro de Siderurgia, “a siderurgia tem vivido, nos últimos anos, alguns dos momentos mais profícuos de sua história. Quase todos os indicadores de desempenho operacional atingiram recordes históricos e os resultados econômicos financeiros não têm precedentes no passado. Mas, não se pode desconsiderar o fato de que eles foram, sobretudo, o resultado de estratégias bem delineadas e corretamente implementadas pelas nossas empresas ao longo dos 10 anos que se seguiram à privatização”, afirmou. Segundo o presidente, entre 1994 e 2003, a siderurgia investiu US$ 13 bilhões, destinados ao aumento da produtividade, remoção de gargalos, modernização de processos e enobrecimento da mistura de produtos. A ênfase maior das empresas foi no enobrecimento da mistura de produtos, por meio da implantação de diversas unidades de laminação e revestimento, bem como na qualidade do meio ambiente e no desenvolvimento de gestão. “Os estudos desenvolvidos pelo IBS indicam que até o final desta década o consumo doméstico atual de 18,3 milhões de toneladas deverá atingir mais de 25 milhões toneladas ao ano. Para preservar a capacidade de atender a esse crescimento e manter a posição exportadora, o setor iniciou, agora sim, um novo ciclo de investimento de expansão, de US$ 13 bilhões, que elevará a capacidade instalada do parque existente dos atuais 34 para 50 milhões de toneladas, até 2010”, informou Vicente. Espera-se que o desbalanceamento entre a demanda e a capacidade de oferta do minério de ferro, carvão e coque deva persistir, ainda, por pelo menos dois anos. Somente a partir daí é prevista a entrada em operação de novas minas.
Publicado em 19 de abril de 2007 por Equipe ConstrucaoTotal
 
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