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<EDIÇÃO 230>


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Nosso Comportamento no "Up-Down" das Crises

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Aquestão maior disso tudo não é o estado e grau problemático das situações desafiadoras, mas o como estamos adequados ou não para resolvêlas, no sentido de saber dimensionar o conteúdo das atitudes para quando for necessário desviar ou enfrentar para estabelecer o ponto da continuidade.

É por essas razões que tanto se fala da necessidade do saber visualizar as oportunidades em qualquer situação, pois, quando a mente está ativada, ela estará ocupada com as tentativas pela produção de coisas melhores, sem muito espaço para se ficar pensando sem agir em relação ao que podia ter sido e não foi.

É por aí que entendemos quanto é importante o recheio das atitudes e a forma do como visualizamos e agimos em cada situação, já que um "sim, eu quero!" pode ser tanto usado para aceitar um casamento como se divorciar do mesmo.

A sustentação de tudo deve evitar os nossos naturais impulsos imediatistas, que, mesmo sendo mais fáceis em certos momentos, na maioria das vezes não estão devidamente embasados e normalmente nos levam a um acumular de um monte de situações mal resolvidas, mas que, no transcorrer do tempo, serão sempre cobradas.

O comportamento mais adequado dessa vida em relação aos meios adversos tem a ver com o conseguir um ponto de equilíbrio, em que as dimensões das variáveis positivas e negativas nunca devem se distanciar demasiadamente além dos limites do nosso perfil comportamental. Esse é o "time" que definirá o padrão pessoal de segurança.

Tempo ruim depende de ventos, ventos dependem das variáveis climáticas, e, por tanto, nossa exposição para agir deve levar em conta até um guarda-chuva, pois o céu azul pode ser bom para você, mas não ter a mesma percepção do outro.

Publicado em 23 de outubro de 2009 por Equipe ConstrucaoTotal
 
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